Guia ABA de Métricas OOH Ganha Destaque na WFA

O Guia ABA de Métricas OOH, lançado em 2025, foi destacado na newsletter anual da WFA (Federação Global de Anunciantes). Elaborado pelo Comitê de Mídia da ABA em parceria com Marco Frade, diretor-executivo da Invian, o guia apresenta uma análise dos fundamentos de audiência em mídia Out of Home, reunindo conceitos básicos, práticas internacionais e soluções tecnológicas de mensuração.

O guia tem o objetivo de trazer mais clareza e padronização às métricas para evitar distorções interpretativas.

Disponível em português e inglês, o Guia ABA de Métricas OOH contou com a contribuição de Frade para o desenvolvimento do material a partir de sua experiência na implementação de sistemas de mensuração de audiência e eficácia em campanhas OOH.

“Nós buscamos as raízes do que há de mais moderno em termos de métricas de Out of Home no mundo inteiro para fundamentar esse guia. O OOH é um mercado pujante e as métricas uniformes vão fazer com que ele dê mais um salto do que hoje representa no mundo inteiro. E o Brasil tem uma representatividade imensa nessa construção”, complementa Marco Frade.

 

Propmark, 27/01/2026

 

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Como agências trabalham para reter talentos?

Embora seja um setor pautado pela criatividade, o mercado publicitário é assombrado por alguns desafios relacionados ao estresse e a dificuldade de bem-estar e equilíbrio.

Isso se reflete em um dos problemas que afeta o mercado como um todo, que é o turnover, impactando diretamente os resultados das companhias. Por esse motivo, um dos principais desafios das agências, além de manter os talentos em seu quadro de colaboradores, é promover um ambiente seguro e de bem-estar.

Outro aspecto relevante para o relacionamento da agência com o colaborador é em relação à motivação. Manter o nível de engajamento com o trabalho ajuda com o desenvolvimento do ambiente e do trabalho, melhorando, inclusive o desempenho.

Outro fator importante é em relação ao crescimento profissional, pois um dos principais motivos para as saídas voluntárias incluem melhores oportunidades em outras empresas, falta de perspectiva de crescimento interno e salários abaixo da média do mercado. Por isso, algumas agências visam trabalhar para que a expectativa profissional dos colaboradores seja atendida, realizando programas de mentoring e ciclos de performance estruturados, com feedbacks e avaliação 360°.

 

Valeria Contado, Meio&Mensagem, 10/12/2025

 

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Advance TMS lança sistema de monitoramento para OOH no Brasil

A Advance TMS anuncia a sua chegada ao Brasil, prevista para o início de 2026, com uma plataforma de inteligência de dados, que proporciona a visibilidade quase em tempo real.

O serviço é baseado em um modelo de monitoramento contínuo e robotizado, que, segundo a empresa, proporciona mais profundidade, frequência e flexibilidade do que as pesquisas tradicionais. A promessa é gerar dados sobre a visibilidade de campanhas, atividades de concorrentes e tendências de investimento, permitindo mais agilidade na tomada de decisões.

O sistema utiliza software capaz de fornecer métricas precisas sobre impressões de pessoas e veículos. A plataforma digitaliza o cenário do mercado OOH, garantindo acesso a relatórios, rankings e evidências fotográficas geolocalizadas em tempo integral, além de mapas, testemunhas e insights competitivos.

O objetivo é capacitar anunciantes, agências e operadores de OOH a utilizar uma plataforma para planejamento de mídia, auditoria e análise de mercado, servindo como uma ferramenta para pitches e processos de licitação.

 

PROPMARK, 10/11/2025

 

 

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América Latina lidera influência de marca global

De acordo com o estudo “PRGN Influence Insights”, realizado pela Public Relations Global Network (PRGN), a América Latina tem se destacado globalmente por sua abordagem estratégica e sensível à influência de marca.

O levantamento mostra que 83% das empresas latino-americanas consideram valores culturais e sociais determinantes para a influência da marca, A valorização de fatores ESG (68%), a defesa do funcionário (71%) e a confiança em influenciadores e embaixadores (72%) também superam as médias das demais regiões.

Em ações práticas, a América Latina lidera iniciativas voltadas à inserção em conversas culturais e sociais (66%), ao foco em ESG (51%) e sustentabilidade (52%), além de priorizar vínculos emocionais com o público (69%).

No panorama geral, 29% das empresas latino-americanas são classificadas como “excelentes” ou “superam as expectativas”, desempenho significativamente superior às médias da América do Norte (19%), EMEA (Europa, Oriente Médio e Áfirca 8%) e APAC (Ásia e Pacífico 6%).

 

Meio&Mensagem, 21/10/2025

 

 

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Empresas de OOH e UOL se unem em pacote esportivo

Na última terça-feira, 16, as empresas de mídia out-of-home Helloo e Neooh e o portal de conteúdo UOL apresentaram um plano comercial elaborado em conjunto, que tem no centro a cobertura esportiva do ano de 2026, sobretudo a Copa do Mundo. A proposta é unificar todo seu portfólio de conteúdo e telas para oferecer aos anunciantes uma presença na jornada completa do consumidor, impactando-o em múltiplas telas e momentos do dia.

Para os líderes das empresas, a união de forças e da capacidade de entrega em múltiplas frentes é o principal diferencial desse projeto em conjunto.

Embora tenha como objetivo toda a cobertura esportiva realizada pelo UOL em 2026, o que envolve os campeonatos de futebol nacionais e internacionais, o ápice do projeto comercial de Helloo, Neooh e UOL é a Copa do Mundo, que acontecerá nos Estados Unidos, Canadá e México. O portal prepara programas especiais para o período, além de reforçar as atrações esportivas da grade com mais conteúdo, comentários e notícias sobre a Copa.

A ideia é fazer com que as pessoas tenham ao seu alcance as principais notícias e informações sobre a Copa do Mundo, replicando para as telas de Helloo e Neooh boa parte do conteúdo do UOL.

As três empresas de mídia criaram um plano com 22 cotas e patrocínio divididas em quatro diferentes categorias: máster, ouro, prata e bronze. Outra estratégia do plano comercial é ir além das telas e oferecer experiências à torcida, através da realização de eventos personalizados durante as partidas de outras seleções, levando também ativações a shoppings, parques e outros ambientes em que as empresas de OOH atuam.

 

Bárbara Sacchitiello, Meio&Mensagem, 17/09/2025

 

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Método é o novo catalizador da criatividade em tempos de IA

Tradicionalmente consideramos a criatividade como um domínio subjetivo avesso a fórmulas e processos. Áreas como publicidade, design e inovação evoluíram considerando que a originalidade da ideia é tão importante quanto a própria pertinência da mensagem ou o resultado a ser perseguido.

Surge, então, a inteligência artificial (IA) generativa, capaz de gerar textos, imagens e conceitos que antes levariam horas de esforço humano. A lógica subjacente à criação passa a ser profundamente tensionada.

A subjetividade, longe de ser eliminada por essa transformação, é reposicionada como um diferencial. E o que fica evidente é a necessidade de desenvolver métodos claros e orientados à expansão do potencial criativo. Não é possível negligenciar a capacidade da IA em transformar a criatividade, por isso, precisamos nos preparar para aplicá-la de forma consciente. Isso vai exigir pelo menos três movimentos estruturantes e transformadores:

  1. A organização de dados e referências criativas.
  2. A criação de frameworks, transformando rituais criativos em playbooks.
  3. Desenvolvimento de uma curadoria consciente e iteração contínua.

A inteligência artificial não empobrece a criatividade. Ela apenas redefine seus fundamentos operacionais. O que antes dependia do lampejo agora depende de intenção bem articulada. E o método é o que nos permite fazer essa ponte, sem perder o que há de mais humano na criação.

 

Roberto Ribas, Meio&Mensagem, 07/08/2025

 

 

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https://www.meioemensagem.com.br/opiniao/metodo-e-o-novo-catalisador-da-criatividade-em-tempos-de-ia

 

 

Criatividade em tempos de automação

O crescimento da mídia OOH em 2025 deve vir de algumas macrotendências, como a adoção de tecnologias avançadas (inteligência artificial, por exemplo), estratégias baseadas em dados e expansão de operações para novos mercados e segmentos de atuação. Vivemos a era da eficiência. Na comunicação, nunca tivemos tantos recursos para produzir em escala e tão rapidamente. Em segundos, plataformas de IA completam textos, criam roteiros, geram imagens, sugerem pautas, legendas, títulos.

Acontece que criar conteúdo não é apenas organizar palavras e na pressa por resultados e na busca por fórmulas que funcionam, corremos o risco de produzir muito e comunicar pouco.

A criatividade mora no intervalo, no exato espaço entre o dado e a decisão. A hiperprodutividade da comunicação atual, embora poderosa, tem achatado esses espaços de criação verdadeira e o risco é perder o que nos torna singulares: a capacidade de dizer algo que não poderia ser dito por mais ninguém.

Na prática, acredito que a coragem criativa comece com escuta. Com a abertura ao que ainda não está pronto, empacotado, ao que não foi validado, ao que ainda está em construção. E obviamente, coragem criativa também se faz nos bastidores: na curadoria dos conteúdos, na defesa de narrativas menos óbvias, no respeito pelo tempo da ideia.

Nossas referências, histórias, regionalismos, ancestralidades e modos de ver o mundo são parte vital da comunicação que impacta. A tecnologia pode nos dar meios, mas não cria sentido, pois isso é algo que vem da cultura dos povos, da linguagem viva, do território simbólico onde estamos inseridos.

Não se trata de recusar a tecnologia. Mas precisamos garantir que as inovações não atropelem o espaço onde mora o diferente. A IA pode gerar conteúdo e simular emoção, mas só nós podemos gerar conexão e sentir de verdade.

Se queremos um marketing e uma comunicação que emocionem, inspirem e toquem, precisamos proteger o que ainda é humano no processo. Afinal, criatividade é o que nos faz humanos. E, justamente por isso, talvez seja nossa maior responsabilidade preservá-la.

 

Damaris Lago, Meio&Mensagem, 09/07/2025

 

 

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https://www.meioemensagem.com.br/opiniao/live-marketing-ou-out-of-home-que-tal-os-dois

Live marketing ou OOH? Que tal os dois?

O crescimento da mídia OOH em 2025 deve vir de algumas macrotendências, como a adoção de tecnologias avançadas (inteligência artificial, por exemplo), estratégias baseadas em dados e expansão de operações para novos mercados e segmentos de atuação.

É nesse último ponto que entra a união do OOH com o live marketing, um setor que vem registrando crescimento expressivo desde o fim da pandemia.

O live marketing e OOH têm muito a ganhar um com o outro. O live marketing permite a experiência ao vivo entre consumidor, marca, produto, ativação, experimentação. E um bom plano de mídia OOH, escolhendo os pontos mais adequados de divulgação, ajuda a atrair uma audiência que, sem essa publicidade, não teria como saber que uma coisa tão bacana vai acontecer ali pertinho.

O “ali pertinho” não é força de expressão: a geolocalização é um dos pontos-chave desse tipo de ação casada. Quanto mais bem localizada for a divulgação, melhor. E funciona melhor ainda em cidades menores, fora dos grandes centros urbanos, onde a disputa pela atenção do público na rua é maior. O risco financeiro também é menor e são oportunidades viáveis para anunciantes com menos verba para investir.

Essas ações permitem que a gente aprenda o que dá certo, o que dá errado, o que agrada mais ou gera mais engajamento, trazendo aprendizados para, eventualmente, aplicar isso em uma grande cidade, onde os custos e os riscos são mais elevados.

Integrar as duas em estratégias abrirá novas oportunidade de negócios para o segmento e mais eficiência, com melhores resultados, para os clientes.

 

Emerson Dal Bem, Meio&Mensagem, 15/05/2025

 

O artigo completo publicado no site da Meio&Mensagem pode ser lido clicando no link abaixo:

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Crescimento contínuo e confiança no mercado publicitário, aponta Painel Cenp-Meios 2024

 

O ano de 2024 teve um crescimento de 12,17% em compra de mídia comparado ao a 2023, totalizando R$ 26,3 bilhões no mercado publicitário brasileiro. Os dados são do Painel Cenp-Meios, conduzido pelo Cenp (Fórum de Autorregulação do Mercado Publicitário).

O estudo aponta que os investimentos vêm apresentando crescimento contínuo, reflexo da confiança no mercado. O que representa o avanço mais expressivo registrado no painel desde o início da pandemia de Covid-19.

Na análise do levantamento, o resultado reflete um ano marcado por eventos como os Jogos Olímpicos de Paris e as eleições municipais.

Além disso, a indústria da comunicação demonstrou resiliência e dinamismo, reforçando sua importância para o cenário econômico nacional. O levantamento abrange os espaços publicitários de 339 agências de todo o país ao longo de 2024.

 

Fonte: Redação ABAP, 27/03/2025

 

 

O painel completo pode ser lido clicando no link abaixo:

https://www.cenp.com.br/cenp-meios-relatorios/painel-janeiro-a-dezembro-2024

Os eventos globais de OOH que o mercado não pode perder

O ano de 2025 promete ser um marco para a indústria de Out-of-Home (OOH). Com a transformação digital ganhando cada vez mais força e o setor conquistando uma fatia maior dos investimentos publicitários, nunca foi tão importante acompanhar de perto as tendências e inovações desse mercado.

A América Latina ainda tem um investimento modesto em OOH, mas a região tem mostrado uma rápida adoção de novas tecnologias: hoje, 31% do investimento em OOH na América Latina já é digital, um percentual alinhado a outros mercados desenvolvidos.

Com a urbanização acelerada e a necessidade de conectar marcas e consumidores de maneira inovadora, o OOH segue como um dos segmentos mais dinâmicos e estratégicos da publicidade. E uma forma de acompanhar toda essa evolução e se manter a frente, é participar dos principais eventos do mundo voltados ao setor.

O Brasil já mostrou ao mundo sua força em eventos globais, pois entende o poder da troca de conhecimento, do networking e da presença estratégica nos grandes fóruns globais. Agora, o mercado de OOH precisa seguir esse caminho.

Se o Brasil já domina em outros segmentos da publicidade, por que o OOH ficaria de fora? Esses eventos são oportunidades estratégicas para os profissionais brasileiros se posicionarem globalmente, expandirem seus negócios e ajudarem a consolidar o país como referência no setor.

 

Claudia Damas, Meio&Mensagem, 19/03/2025

 

 

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