Como agências trabalham para reter talentos?

Embora seja um setor pautado pela criatividade, o mercado publicitário é assombrado por alguns desafios relacionados ao estresse e a dificuldade de bem-estar e equilíbrio.

Isso se reflete em um dos problemas que afeta o mercado como um todo, que é o turnover, impactando diretamente os resultados das companhias. Por esse motivo, um dos principais desafios das agências, além de manter os talentos em seu quadro de colaboradores, é promover um ambiente seguro e de bem-estar.

Outro aspecto relevante para o relacionamento da agência com o colaborador é em relação à motivação. Manter o nível de engajamento com o trabalho ajuda com o desenvolvimento do ambiente e do trabalho, melhorando, inclusive o desempenho.

Outro fator importante é em relação ao crescimento profissional, pois um dos principais motivos para as saídas voluntárias incluem melhores oportunidades em outras empresas, falta de perspectiva de crescimento interno e salários abaixo da média do mercado. Por isso, algumas agências visam trabalhar para que a expectativa profissional dos colaboradores seja atendida, realizando programas de mentoring e ciclos de performance estruturados, com feedbacks e avaliação 360°.

 

Valeria Contado, Meio&Mensagem, 10/12/2025

 

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https://www.meioemensagem.com.br/comunicacao/o-trabalho-das-agencias-na-retencao-de-talentos

Advance TMS lança sistema de monitoramento para OOH no Brasil

A Advance TMS anuncia a sua chegada ao Brasil, prevista para o início de 2026, com uma plataforma de inteligência de dados, que proporciona a visibilidade quase em tempo real.

O serviço é baseado em um modelo de monitoramento contínuo e robotizado, que, segundo a empresa, proporciona mais profundidade, frequência e flexibilidade do que as pesquisas tradicionais. A promessa é gerar dados sobre a visibilidade de campanhas, atividades de concorrentes e tendências de investimento, permitindo mais agilidade na tomada de decisões.

O sistema utiliza software capaz de fornecer métricas precisas sobre impressões de pessoas e veículos. A plataforma digitaliza o cenário do mercado OOH, garantindo acesso a relatórios, rankings e evidências fotográficas geolocalizadas em tempo integral, além de mapas, testemunhas e insights competitivos.

O objetivo é capacitar anunciantes, agências e operadores de OOH a utilizar uma plataforma para planejamento de mídia, auditoria e análise de mercado, servindo como uma ferramenta para pitches e processos de licitação.

 

PROPMARK, 10/11/2025

 

 

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América Latina lidera influência de marca global

De acordo com o estudo “PRGN Influence Insights”, realizado pela Public Relations Global Network (PRGN), a América Latina tem se destacado globalmente por sua abordagem estratégica e sensível à influência de marca.

O levantamento mostra que 83% das empresas latino-americanas consideram valores culturais e sociais determinantes para a influência da marca, A valorização de fatores ESG (68%), a defesa do funcionário (71%) e a confiança em influenciadores e embaixadores (72%) também superam as médias das demais regiões.

Em ações práticas, a América Latina lidera iniciativas voltadas à inserção em conversas culturais e sociais (66%), ao foco em ESG (51%) e sustentabilidade (52%), além de priorizar vínculos emocionais com o público (69%).

No panorama geral, 29% das empresas latino-americanas são classificadas como “excelentes” ou “superam as expectativas”, desempenho significativamente superior às médias da América do Norte (19%), EMEA (Europa, Oriente Médio e Áfirca 8%) e APAC (Ásia e Pacífico 6%).

 

Meio&Mensagem, 21/10/2025

 

 

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Empresas de OOH e UOL se unem em pacote esportivo

Na última terça-feira, 16, as empresas de mídia out-of-home Helloo e Neooh e o portal de conteúdo UOL apresentaram um plano comercial elaborado em conjunto, que tem no centro a cobertura esportiva do ano de 2026, sobretudo a Copa do Mundo. A proposta é unificar todo seu portfólio de conteúdo e telas para oferecer aos anunciantes uma presença na jornada completa do consumidor, impactando-o em múltiplas telas e momentos do dia.

Para os líderes das empresas, a união de forças e da capacidade de entrega em múltiplas frentes é o principal diferencial desse projeto em conjunto.

Embora tenha como objetivo toda a cobertura esportiva realizada pelo UOL em 2026, o que envolve os campeonatos de futebol nacionais e internacionais, o ápice do projeto comercial de Helloo, Neooh e UOL é a Copa do Mundo, que acontecerá nos Estados Unidos, Canadá e México. O portal prepara programas especiais para o período, além de reforçar as atrações esportivas da grade com mais conteúdo, comentários e notícias sobre a Copa.

A ideia é fazer com que as pessoas tenham ao seu alcance as principais notícias e informações sobre a Copa do Mundo, replicando para as telas de Helloo e Neooh boa parte do conteúdo do UOL.

As três empresas de mídia criaram um plano com 22 cotas e patrocínio divididas em quatro diferentes categorias: máster, ouro, prata e bronze. Outra estratégia do plano comercial é ir além das telas e oferecer experiências à torcida, através da realização de eventos personalizados durante as partidas de outras seleções, levando também ativações a shoppings, parques e outros ambientes em que as empresas de OOH atuam.

 

Bárbara Sacchitiello, Meio&Mensagem, 17/09/2025

 

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Método é o novo catalizador da criatividade em tempos de IA

Tradicionalmente consideramos a criatividade como um domínio subjetivo avesso a fórmulas e processos. Áreas como publicidade, design e inovação evoluíram considerando que a originalidade da ideia é tão importante quanto a própria pertinência da mensagem ou o resultado a ser perseguido.

Surge, então, a inteligência artificial (IA) generativa, capaz de gerar textos, imagens e conceitos que antes levariam horas de esforço humano. A lógica subjacente à criação passa a ser profundamente tensionada.

A subjetividade, longe de ser eliminada por essa transformação, é reposicionada como um diferencial. E o que fica evidente é a necessidade de desenvolver métodos claros e orientados à expansão do potencial criativo. Não é possível negligenciar a capacidade da IA em transformar a criatividade, por isso, precisamos nos preparar para aplicá-la de forma consciente. Isso vai exigir pelo menos três movimentos estruturantes e transformadores:

  1. A organização de dados e referências criativas.
  2. A criação de frameworks, transformando rituais criativos em playbooks.
  3. Desenvolvimento de uma curadoria consciente e iteração contínua.

A inteligência artificial não empobrece a criatividade. Ela apenas redefine seus fundamentos operacionais. O que antes dependia do lampejo agora depende de intenção bem articulada. E o método é o que nos permite fazer essa ponte, sem perder o que há de mais humano na criação.

 

Roberto Ribas, Meio&Mensagem, 07/08/2025

 

 

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https://www.meioemensagem.com.br/opiniao/metodo-e-o-novo-catalisador-da-criatividade-em-tempos-de-ia

 

 

Criatividade em tempos de automação

O crescimento da mídia OOH em 2025 deve vir de algumas macrotendências, como a adoção de tecnologias avançadas (inteligência artificial, por exemplo), estratégias baseadas em dados e expansão de operações para novos mercados e segmentos de atuação. Vivemos a era da eficiência. Na comunicação, nunca tivemos tantos recursos para produzir em escala e tão rapidamente. Em segundos, plataformas de IA completam textos, criam roteiros, geram imagens, sugerem pautas, legendas, títulos.

Acontece que criar conteúdo não é apenas organizar palavras e na pressa por resultados e na busca por fórmulas que funcionam, corremos o risco de produzir muito e comunicar pouco.

A criatividade mora no intervalo, no exato espaço entre o dado e a decisão. A hiperprodutividade da comunicação atual, embora poderosa, tem achatado esses espaços de criação verdadeira e o risco é perder o que nos torna singulares: a capacidade de dizer algo que não poderia ser dito por mais ninguém.

Na prática, acredito que a coragem criativa comece com escuta. Com a abertura ao que ainda não está pronto, empacotado, ao que não foi validado, ao que ainda está em construção. E obviamente, coragem criativa também se faz nos bastidores: na curadoria dos conteúdos, na defesa de narrativas menos óbvias, no respeito pelo tempo da ideia.

Nossas referências, histórias, regionalismos, ancestralidades e modos de ver o mundo são parte vital da comunicação que impacta. A tecnologia pode nos dar meios, mas não cria sentido, pois isso é algo que vem da cultura dos povos, da linguagem viva, do território simbólico onde estamos inseridos.

Não se trata de recusar a tecnologia. Mas precisamos garantir que as inovações não atropelem o espaço onde mora o diferente. A IA pode gerar conteúdo e simular emoção, mas só nós podemos gerar conexão e sentir de verdade.

Se queremos um marketing e uma comunicação que emocionem, inspirem e toquem, precisamos proteger o que ainda é humano no processo. Afinal, criatividade é o que nos faz humanos. E, justamente por isso, talvez seja nossa maior responsabilidade preservá-la.

 

Damaris Lago, Meio&Mensagem, 09/07/2025

 

 

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https://www.meioemensagem.com.br/opiniao/live-marketing-ou-out-of-home-que-tal-os-dois

Live marketing ou OOH? Que tal os dois?

O crescimento da mídia OOH em 2025 deve vir de algumas macrotendências, como a adoção de tecnologias avançadas (inteligência artificial, por exemplo), estratégias baseadas em dados e expansão de operações para novos mercados e segmentos de atuação.

É nesse último ponto que entra a união do OOH com o live marketing, um setor que vem registrando crescimento expressivo desde o fim da pandemia.

O live marketing e OOH têm muito a ganhar um com o outro. O live marketing permite a experiência ao vivo entre consumidor, marca, produto, ativação, experimentação. E um bom plano de mídia OOH, escolhendo os pontos mais adequados de divulgação, ajuda a atrair uma audiência que, sem essa publicidade, não teria como saber que uma coisa tão bacana vai acontecer ali pertinho.

O “ali pertinho” não é força de expressão: a geolocalização é um dos pontos-chave desse tipo de ação casada. Quanto mais bem localizada for a divulgação, melhor. E funciona melhor ainda em cidades menores, fora dos grandes centros urbanos, onde a disputa pela atenção do público na rua é maior. O risco financeiro também é menor e são oportunidades viáveis para anunciantes com menos verba para investir.

Essas ações permitem que a gente aprenda o que dá certo, o que dá errado, o que agrada mais ou gera mais engajamento, trazendo aprendizados para, eventualmente, aplicar isso em uma grande cidade, onde os custos e os riscos são mais elevados.

Integrar as duas em estratégias abrirá novas oportunidade de negócios para o segmento e mais eficiência, com melhores resultados, para os clientes.

 

Emerson Dal Bem, Meio&Mensagem, 15/05/2025

 

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Crescimento contínuo e confiança no mercado publicitário, aponta Painel Cenp-Meios 2024

 

O ano de 2024 teve um crescimento de 12,17% em compra de mídia comparado ao a 2023, totalizando R$ 26,3 bilhões no mercado publicitário brasileiro. Os dados são do Painel Cenp-Meios, conduzido pelo Cenp (Fórum de Autorregulação do Mercado Publicitário).

O estudo aponta que os investimentos vêm apresentando crescimento contínuo, reflexo da confiança no mercado. O que representa o avanço mais expressivo registrado no painel desde o início da pandemia de Covid-19.

Na análise do levantamento, o resultado reflete um ano marcado por eventos como os Jogos Olímpicos de Paris e as eleições municipais.

Além disso, a indústria da comunicação demonstrou resiliência e dinamismo, reforçando sua importância para o cenário econômico nacional. O levantamento abrange os espaços publicitários de 339 agências de todo o país ao longo de 2024.

 

Fonte: Redação ABAP, 27/03/2025

 

 

O painel completo pode ser lido clicando no link abaixo:

https://www.cenp.com.br/cenp-meios-relatorios/painel-janeiro-a-dezembro-2024

Os eventos globais de OOH que o mercado não pode perder

O ano de 2025 promete ser um marco para a indústria de Out-of-Home (OOH). Com a transformação digital ganhando cada vez mais força e o setor conquistando uma fatia maior dos investimentos publicitários, nunca foi tão importante acompanhar de perto as tendências e inovações desse mercado.

A América Latina ainda tem um investimento modesto em OOH, mas a região tem mostrado uma rápida adoção de novas tecnologias: hoje, 31% do investimento em OOH na América Latina já é digital, um percentual alinhado a outros mercados desenvolvidos.

Com a urbanização acelerada e a necessidade de conectar marcas e consumidores de maneira inovadora, o OOH segue como um dos segmentos mais dinâmicos e estratégicos da publicidade. E uma forma de acompanhar toda essa evolução e se manter a frente, é participar dos principais eventos do mundo voltados ao setor.

O Brasil já mostrou ao mundo sua força em eventos globais, pois entende o poder da troca de conhecimento, do networking e da presença estratégica nos grandes fóruns globais. Agora, o mercado de OOH precisa seguir esse caminho.

Se o Brasil já domina em outros segmentos da publicidade, por que o OOH ficaria de fora? Esses eventos são oportunidades estratégicas para os profissionais brasileiros se posicionarem globalmente, expandirem seus negócios e ajudarem a consolidar o país como referência no setor.

 

Claudia Damas, Meio&Mensagem, 19/03/2025

 

 

O artigo completo publicado no site da Meio&Mensagem pode ser lido clicando no link abaixo:

https://www.meioemensagem.com.br/opiniao/os-eventos-globais-de-ooh-que-o-mercado-nao-pode-perder

“Nossa plataforma já é nativa de digital OOH” Violeta Noya

Em entrevista à Propmark, Violeta Noya, fundadora da Otima e atual CEO da bebot digital e Coohnet falou sobre o mercado de OOH e dos desafios à frente da nova empresa e tecnologia.

Apaixonada por mídia exterior,  ela criou a Otima do zero e foi responsável pelo seu sucesso quando ninguém estava falando de out of home. Violeta sabia que o out of home seria um meio que cresceria e tinha muitas chances de se profissionalizar, de ter métricas e conseguir mais investimentos de campanhas que ainda estavam no topo do digital.

Com a Otima, lançou o Mapa OOH, que era mais direcionado ao Rio de Janeiro e São Paulo. Agora com a bebot, trabalha com dados do Brasil todo em tempo real, de hora em hora, conseguindo trazer muito do digital para o OOH.

De acordo  com ela, o maior desfio nesse processo foi explicar as vantagens da mídia programática. Agora, as empresas, que antes cobriam apenas dois mercados, podem cobrir dez ou 20, porque é possível colocar o anunciante só em determinados dias e horários, focado apenas em uma audiência. Violeta reforça que é importante não pensar mais apenas na visão do produto, do que o veículo tem a oferecer, mas sim no target do cliente.

Com sua experiência entende que com a programática, é possível ser muito consistente. É justamente a inovação que gera consistência porque gera opções, com as telas que têm mais afinidade com o target, com dias da semana e horários específicos. É a  possibilidade de uma campanha estar always on.

 

Tayla Carolina, Propmark, 10/12/2024

 

A entrevista completa publicada no site da Propmark pode ser lida clicando no link abaixo:

https://propmark.com.br/ooh/violeta-noya-nossa-plataforma-ja-e-nativa-de-digital-out-of-home/